Neste Carnaval anseio por folias interiores, de maravilhas indescritíveis, de sinuosos alaridos, de magnificências a dispensar ruídos e palavras. Quero toda a avenida regida por inequívoco silêncio, o baile imponderável em gestos rituais, a euforia estampada em cada sorriso.
Rasgarei a fantasia de minhas pretensões e, despido de hipocrisias, deixarei meu eu mais solidário desfilar alegre pelas recônditas passarelas de minha alma.
Fecharei os ouvidos à estridência dos apitos e, mente alerta, escutarei o ressoar melódico do mais íntimo de mim mesmo. Deixarei cair as máscaras do ego e, nas alamedas da transparência, farei desfilar, soberba, a penúria de minha condição humana.
Aplaudirei os sambistas com fogo nos pés e as mulatas eletrizadas pelo ritmo da batucada. Mas não me deixarei arrastar pelo bloco da concupiscência. Inebriado pelo ritmo agônico da cuíca, serei o mais iconoclasta dos discípulos de Momo, recolhido ao vazio de minha própria imaginação.
Neste Carnaval serei figurante na escola da irreverência e desfilarei pelas ruas meu incontido solipsismo, até cessar a bateria que faz dançar os fantasmas que me povoam. Envolto na desfantasia do real, atirarei confetes aos foliões e perseguirei os voos das serpentinas para que impregnem de colorido as diatribes de meu ceticismo.
No estertor da madrugada, farei ébrias confidências à Colombina e, Arlequim apaixonado, ofertarei as pétalas que me recobrem o coração. Não porei olhos no desfile da insensatez, nem abrirei alas à luxúria do moralismo. Quando a porta-bandeira desfraldar encantos, ficarei ajoelhado na ala das baianas para reverenciar o Almirante Negro.
Ao eco dos tamborins, esperarei baixar a sofreguidão que me assalta, buscarei a euforia do espírito no avesso de todas as minhas crenças, exibirei em carros alegóricos as íngremes ladeiras da montanha dos sete patamares.
Darei vivas à vida severina, riscarei Pasárgada de meu mapa e, ainda que não me chame Raimundo, farei da rima solução de tantos impasses nesse devasso mundo. Expulsarei de meu camarote todos os incrédulos do Pai Nosso cegos aos direitos do pão deles.
Revestido de inconclusas alegorias, sairei no cordão das premonições equivocadas e, vestido de Pierrô, aguardarei sentado na esquina que a noite se dissolva em epifânica aurora.
Ao passar o corso da incompletude, abrirei as gaiolas da compaixão para ver o céu coberto pela revoada de anjos. Trocarei as marchinhas por aleluias e encharcarei de perfume os monges voláteis incrustados em minhas imprudências.
Olhos fixos no esplendor das batucadas siderais, contemplarei o desfile fulgurante dos astros na Via Láctea. Verei o sol, mestre-sala, inflamar-se rubro à dança elíptica da cabrocha Terra. Se Deus der as caras, festejarei a beatífica apoteose.
No cortejo dos Filhos de Gandhy, evocarei os orixás de todas as crenças para que a paz se irradie sobeja. Do alto do trio elétrico, puxarei o canto devocional de quem faz da vida a arte de semear estrelas.
Entoado o alusivo, darei o grito da paz, pronto a fazer da comissão de frente o prenúncio do inefável. No reverso do verso, cunharei promissoras notícias e, no quesito harmonia, farei a víbora e o cordeiro beberem da mesma fonte.
Meu enredo terá a simplicidade de um haicai, a imponência de um poema épico, a beleza das histórias recontadas às crianças. De adereços, o mínimo: a felicidade de quem pisa os astros distraído.
Farei da nudez a mais pura revelação de todas as virtudes; assim, ninguém terá vergonha de mostrar o que Deus não teve de criar, e a culpa será redimida pelo amor infindo. A rainha da bateria virá tão bela quanto uma vitória-régia pousada numa lagoa despudoramente límpida. Sua beleza interior suscitará assombro.
A evolução da escola culminará em revolução: a fantasia se fará realidade assim como o sertão há de vir amar e o mar de ser tão pellegrinamente pão do espírito.
Neste Carnaval não haverei de me embriagar de etílicos prazeres nem me deixarei arrastar pelos clóvis a disseminar o medo entre alegrias. Irei aos bailes rituais e me submeterei às libações subjetivas, ofertarei ao Mistério cálices de clarividências e iluminuras gravadas em hóstias.
Enclausurado na comunhão trinitária, ingressarei na festa que se faz de fé e na qual toda esperança extravasa no amor que não conhece dor. Então a palavra se fará verbo, o verbo, carne, e a carne será transubstanciada em festival perene - Carnaval.
Frei Betto *
[Autor, em parceria com Marcelo Barros, de "O amor fecunda o Universo - ecologia e espiritualidade" (Agir), entre outros livros].
sábado, fevereiro 28, 2009
domingo, janeiro 25, 2009
Sobre Machado de Assis
Joaquim Maria Machado de Assis (1839-1908) é considerado o maior escritor realista do Brasil e, provavelmente, o maior escritor da literatura brasileira. Nasceu numa família muito humilde e, para ajudar a família, começou a trabalhar como aprendiz de tipógrafo na Imprensa Nacional em 1856. De 1858 em diante escreve para diversos jornais importantes com regularidade.
Dentre suas principais obras estão seus contos (O Alienista e A Cartomante estão entre os mais famosos) e os romances Memórias Póstumas de Brás Cubas, Quincas Borba e Dom Casmurro. Foi o principal fundador da Academia Brasileira de Letras e o seu primeiro presidente. A crônica brasileira moderna tem, em Machado de Assis, um dos seus principais fundadores. Machado escrevia suas crônicas sob pseudônimos. Só 40 anos após sua morte é que se descobriu o verdadeiro autor das chamadas Crônicas de Lélio.
Na crônica abaixo, Machado de Assis aborda com ironia a questão da abolição da escravatura, que havia ocorrido no dia 13 de maio de 1888.
Crônica publicada no jornal Gazeta de Notícias, em 19 de maio de 1888.
Bons dias!
Eu pertenço a uma família de profetas après coup, post factum, depois do gato morto, ou como melhor nome tenha em holandês. Por isso digo, e juro se necessário fôr, que tôda a história desta lei de 13 de maio estava por mim prevista, tanto que na segunda-feira, antes mesmo dos debates, tratei de alforriar um molecote que tinha, pessoa de seus dezoito anos, mais ou menos. Alforriá-lo era nada; entendi que, perdido por mil, perdido por mil e quinhentos, e dei um jantar.
Neste jantar, a que meus amigos deram o nome de banquete, em falta de outro melhor, reuni umas cinco pessoas, conquanto as notícias dissessem trinta e três (anos de Cristo), no intuito de lhe dar um aspecto simbólico.
No golpe do meio (coup du milieu, mas eu prefiro falar a minha língua), levantei-me eu com a taça de champanha e declarei que acompanhando as idéias pregadas por Cristo, há dezoito séculos, restituía a liberdade ao meu escravo Pancrácio; que entendia que a nação inteira devia acompanhar as mesmas idéias e imitar o meu exemplo; finalmente, que a liberdade era um dom de Deus, que os homens não podiam roubar sem pecado.
Pancrácio, que estava à espreita, entrou na sala, como um furacão, e veio abraçar-me os pés. Um dos meus amigos (creio que é ainda meu sobrinho) pegou de outra taça, e pediu à ilustre assembléia que correspondesse ao ato que acabava de publicar, brindando ao primeiro dos cariocas. Ouvi cabisbaixo; fiz outro discurso agradecendo, e entreguei a carta ao molecote. Todos os lenços comovidos apanharam as lágrimas de admiração. Caí na cadeira e não vi mais nada. De noite, recebi muitos cartões. Creio que estão pintando o meu retrato, e suponho que a óleo.
No dia seguinte, chamei o Pancrácio e disse-lhe com rara franqueza:
- Tu és livre, podes ir para onde quiseres. Aqui tens casa amiga, já conhecida e tens mais um ordenado, um ordenado que...
- Oh! meu senhô! fico.
- ...Um ordenado pequeno, mas que há de crescer. Tudo cresce neste mundo; tu cresceste imensamente. Quando nasceste, eras um pirralho dêste tamanho; hoje estás mais alto que eu. Deixa ver; olha, és mais alto quatro dedos...
- Artura não qué dizê nada, não, senhô...
- Pequeno ordenado, repito, uns seis mil-réis; mas é de grão em grão que a galinha enche o seu papo. Tu vales muito mais que uma galinha.
- Justamente. Pois seis mil-réis. No fim de um ano, se andares bem, conta com oito. Oito ou sete.
Pancrácio aceitou tudo; aceitou até um peteleco que lhe dei no dia seguinte, por me não escovar bem as botas; efeitos da liberdade. Mas eu expliquei-lhe que o peteleco, sendo um impulso natural, não podia anular o direito civil adquirido por um título que lhe dei. Êle continuava livre, eu de mau humor; eram dois estados naturais, quase divinos.
Tudo compreendeu o meu bom Pancrácio; daí pra cá, tenho-lhe despedido alguns pontapés, um ou outro puxão de orelhas, e chamo-lhe bêsta quando lhe não chamo filho do diabo; cousas tôdas que êle recebe humildemente, e (Deus me perdoe!) creio que até alegre.
O meu plano está feito; quero ser deputado,e, na circular que mandarei aos meus eleitores, direi que, antes, muito antes da abolição legal, já eu, em casa, na modéstia da família, libertava um escravo, ato que comoveu a tôda a gente que dêle teve notícia; que êsse escravo tendo aprendido a ler, escrever e contar, (simples suposições) é então professor de filosofia no Rio das Cobras; que os homens puros, grandes e verdadeiramente políticos, não são os que obedecem à lei, mas os que se antecipam a ela, dizendo ao escravo: és livre, antes que o digam os poderes públicos, sempre retardatários, trôpegos e incapazes de restaurar a justiça na terra, para satisfação do céu.
Boas noites.
Dentre suas principais obras estão seus contos (O Alienista e A Cartomante estão entre os mais famosos) e os romances Memórias Póstumas de Brás Cubas, Quincas Borba e Dom Casmurro. Foi o principal fundador da Academia Brasileira de Letras e o seu primeiro presidente. A crônica brasileira moderna tem, em Machado de Assis, um dos seus principais fundadores. Machado escrevia suas crônicas sob pseudônimos. Só 40 anos após sua morte é que se descobriu o verdadeiro autor das chamadas Crônicas de Lélio.
Na crônica abaixo, Machado de Assis aborda com ironia a questão da abolição da escravatura, que havia ocorrido no dia 13 de maio de 1888.
Crônica publicada no jornal Gazeta de Notícias, em 19 de maio de 1888.
Bons dias!
Eu pertenço a uma família de profetas après coup, post factum, depois do gato morto, ou como melhor nome tenha em holandês. Por isso digo, e juro se necessário fôr, que tôda a história desta lei de 13 de maio estava por mim prevista, tanto que na segunda-feira, antes mesmo dos debates, tratei de alforriar um molecote que tinha, pessoa de seus dezoito anos, mais ou menos. Alforriá-lo era nada; entendi que, perdido por mil, perdido por mil e quinhentos, e dei um jantar.
Neste jantar, a que meus amigos deram o nome de banquete, em falta de outro melhor, reuni umas cinco pessoas, conquanto as notícias dissessem trinta e três (anos de Cristo), no intuito de lhe dar um aspecto simbólico.
No golpe do meio (coup du milieu, mas eu prefiro falar a minha língua), levantei-me eu com a taça de champanha e declarei que acompanhando as idéias pregadas por Cristo, há dezoito séculos, restituía a liberdade ao meu escravo Pancrácio; que entendia que a nação inteira devia acompanhar as mesmas idéias e imitar o meu exemplo; finalmente, que a liberdade era um dom de Deus, que os homens não podiam roubar sem pecado.
Pancrácio, que estava à espreita, entrou na sala, como um furacão, e veio abraçar-me os pés. Um dos meus amigos (creio que é ainda meu sobrinho) pegou de outra taça, e pediu à ilustre assembléia que correspondesse ao ato que acabava de publicar, brindando ao primeiro dos cariocas. Ouvi cabisbaixo; fiz outro discurso agradecendo, e entreguei a carta ao molecote. Todos os lenços comovidos apanharam as lágrimas de admiração. Caí na cadeira e não vi mais nada. De noite, recebi muitos cartões. Creio que estão pintando o meu retrato, e suponho que a óleo.
No dia seguinte, chamei o Pancrácio e disse-lhe com rara franqueza:
- Tu és livre, podes ir para onde quiseres. Aqui tens casa amiga, já conhecida e tens mais um ordenado, um ordenado que...
- Oh! meu senhô! fico.
- ...Um ordenado pequeno, mas que há de crescer. Tudo cresce neste mundo; tu cresceste imensamente. Quando nasceste, eras um pirralho dêste tamanho; hoje estás mais alto que eu. Deixa ver; olha, és mais alto quatro dedos...
- Artura não qué dizê nada, não, senhô...
- Pequeno ordenado, repito, uns seis mil-réis; mas é de grão em grão que a galinha enche o seu papo. Tu vales muito mais que uma galinha.
- Justamente. Pois seis mil-réis. No fim de um ano, se andares bem, conta com oito. Oito ou sete.
Pancrácio aceitou tudo; aceitou até um peteleco que lhe dei no dia seguinte, por me não escovar bem as botas; efeitos da liberdade. Mas eu expliquei-lhe que o peteleco, sendo um impulso natural, não podia anular o direito civil adquirido por um título que lhe dei. Êle continuava livre, eu de mau humor; eram dois estados naturais, quase divinos.
Tudo compreendeu o meu bom Pancrácio; daí pra cá, tenho-lhe despedido alguns pontapés, um ou outro puxão de orelhas, e chamo-lhe bêsta quando lhe não chamo filho do diabo; cousas tôdas que êle recebe humildemente, e (Deus me perdoe!) creio que até alegre.
O meu plano está feito; quero ser deputado,e, na circular que mandarei aos meus eleitores, direi que, antes, muito antes da abolição legal, já eu, em casa, na modéstia da família, libertava um escravo, ato que comoveu a tôda a gente que dêle teve notícia; que êsse escravo tendo aprendido a ler, escrever e contar, (simples suposições) é então professor de filosofia no Rio das Cobras; que os homens puros, grandes e verdadeiramente políticos, não são os que obedecem à lei, mas os que se antecipam a ela, dizendo ao escravo: és livre, antes que o digam os poderes públicos, sempre retardatários, trôpegos e incapazes de restaurar a justiça na terra, para satisfação do céu.
Boas noites.
quinta-feira, janeiro 22, 2009
Maestro John Neschling é demitido da OSESP
A maravilhosa OSESP (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo) esteve em dezembro de 2008, na praia do Gonzaga, em Santos, apresentando seu concerto de final de ano. Foi um espetáculo maravilhoso.
Mas, parece que vivemos uma nova era de ditadura, de "cala a boca” onde as pessoas não podem falar o que pensam, emitir opiniões, sem serem perseguidas ou punidas por isso. Claro que tal atitude casa bem com um político morno como o ex presidente da república Fernando Henrique que eu não sei o que está fazendo na direção da OSESP. Todas as vezes que um político é 'colocado' em algum cargo público por qualquer razão que não a correta, corre-se o risco de ver mais uma politicagem e das grandes. Pois foi o que aconteceu recentemente com a mais importante orquestra do Brasil e seu magnífico regente John Neschling. Demitido via e-mail, deixou os fãs ardorosos da orquestra e de seu maestro estarrecidos. Protestos do mundo inteiro estão chegando, pois nenhum cidadão civilizado e politizado pode aceitar tal comportamento de um ex presidente, que vamos falar a verdade, de grande só tem a pose.
Tudo começou com uma entrevista dada pelo maestro ao jornal O Estado de São Paulo, que criticou a administração da OSESP. Mas que diabo, não se pode mais dizer o que se pensa nesse país?
Neschling está na Grécia, e só vai comentar o acontecido após retornar ao Brasil.
O maestro já havia comunicado que só permaneceria no cargo até 31 de outubro de 2010, mas, por causa da entrevista dada ao Estadão, a sua saída foi adiantada. Claro que o governador de São Paulo, José Serra, está por trás disso.
Mais um ato de politicagem vergonhosa para o nosso país. Quem vai perder com isso? A população com certeza. Fã de orquestra sinfônica que sou, vi durante décadas algumas brilharem e de repente, caírem no esquecimento por falta de verba e vontade política. A OSESP é um orgulho para o Brasil, mas administrada por um político, o que podemos esperar?
Eu me junto aos que não aceitam tamanho descalabro.
Mas, parece que vivemos uma nova era de ditadura, de "cala a boca” onde as pessoas não podem falar o que pensam, emitir opiniões, sem serem perseguidas ou punidas por isso. Claro que tal atitude casa bem com um político morno como o ex presidente da república Fernando Henrique que eu não sei o que está fazendo na direção da OSESP. Todas as vezes que um político é 'colocado' em algum cargo público por qualquer razão que não a correta, corre-se o risco de ver mais uma politicagem e das grandes. Pois foi o que aconteceu recentemente com a mais importante orquestra do Brasil e seu magnífico regente John Neschling. Demitido via e-mail, deixou os fãs ardorosos da orquestra e de seu maestro estarrecidos. Protestos do mundo inteiro estão chegando, pois nenhum cidadão civilizado e politizado pode aceitar tal comportamento de um ex presidente, que vamos falar a verdade, de grande só tem a pose.
Tudo começou com uma entrevista dada pelo maestro ao jornal O Estado de São Paulo, que criticou a administração da OSESP. Mas que diabo, não se pode mais dizer o que se pensa nesse país?
Neschling está na Grécia, e só vai comentar o acontecido após retornar ao Brasil.
O maestro já havia comunicado que só permaneceria no cargo até 31 de outubro de 2010, mas, por causa da entrevista dada ao Estadão, a sua saída foi adiantada. Claro que o governador de São Paulo, José Serra, está por trás disso.
Mais um ato de politicagem vergonhosa para o nosso país. Quem vai perder com isso? A população com certeza. Fã de orquestra sinfônica que sou, vi durante décadas algumas brilharem e de repente, caírem no esquecimento por falta de verba e vontade política. A OSESP é um orgulho para o Brasil, mas administrada por um político, o que podemos esperar?
Eu me junto aos que não aceitam tamanho descalabro.
domingo, dezembro 14, 2008
Não desista nunca
Se você não acreditar naquilo que você é capaz de fazer; quem vai acreditar?
Dizer que existe uma idade certa, tempo certo, local certo, não existe.
Somente quando você estiver convicto daquilo que deseja e esta convicção fizer parte integrante do processo.
Mas quando ocorre este momento? Imagine uma ponte sobre um rio.
Você está em uma margem e seu objetivo está na outra.
Você pensa, raciocina, acredita que a sua realização está lá.
Você atravessa a ponte, abraça o objetivo e não olha para traz.
Estoura a sua ponte.
Pode ser que tenha até dificuldades, mas se você realmente acredita que pode realizá-lo, não perca tempo: vá e faça.
Agora, se você simplesmente não quer ficar nesta margem e não tem um objetivo definido, no momento do estouro, você estará exatamente no meio da ponte.
Já viu alguém no meio de uma ponte na hora da explosão... eu também não.
Realmente não é simples.
Quando você visualizar o seu objetivo e criar a coragem suficiente em realizá-lo, tenha em mente que para a sua concretização, alguns detalhes deverão estar bem claros na cabeça ou seja, facilidades e dificuldades aparecerão, mas se realmente acredita que pode fazer, os incômodos desaparecerão.
É só não se desesperar.
Seja no mínimo um pouco paciente.
Pois é, as diferenças básicas entre os três momentos são:
ESTOURAR A PONTE ANTES DE ATRAVESSÁ-LA Você começou a sonhar... sonhar... sonhar! De repente, sentiu-se estimulado a querer ou gozar de algo melhor.
Entretanto, dentro de sua avaliação, começa a perceber que fatores que fogem ao seu controle, não permitem que suas habilidades e competências o realize.
Pergunto, vale a pena insistir?
Para ficar mais tangível, imaginemos que uma pessoa sonhe viver ou visitar a lua, mas as perspectivas do agora não o permitem, adianta ficar sonhando ou traçando este objetivo?
Para que você não fique no mundo da lua, meio maluquinho, estoure a sua ponte antes de atravessá-la, rompa com este objetivo e parta para outros sonhos! ESTOURAR A PONTE NO MOMENTO DE ATRAVESSÁ-LA Acredito que tenha ficado claro, mas cabe o reforço.
O fato de você desejar não ficar numa situação desagradável é válido, entretanto você não saber o que é mais agradável, já não o é! Ou seja, a falta de perspectiva nem explorada em pensamento, não leva a lugar algum. Você tem a obrigação consciencional de criar alternativas melhores.
Nos dias de hoje, não podemos nos dar ao luxo de sair sem destino.
O nosso futuro não é responsabilidade de outrem, nós é que construímos o nosso futuro. Sem desculpas, pode começar...
ESTOURAR A PONTE DEPOIS DE ATRAVESSÁ-LA.
No início comentei sobre as pessoas que realizaram o sucesso e outras que não tiveram a mesma sorte.
Em primeiro lugar, acredito que temos de definir o que é sucesso.
Sou pelas coisas simples, sucesso é gostar do que faz e fazer o que gosta.
Tentamos nos moldar em uma cultura de determinados valores, onde o sucesso é medido pela posse de coisas, mas é muito mesquinho você ter e não desfrutar daquilo que realmente deseja.
As pessoas que realizaram a oportunidade de estourar as suas pontes de modo adequado e consistente, não só imaginaram, atravessaram e encontraram os objetivos do outro lado.
Os objetivos a serem perseguidos, foram construídos dentro de uma visão clara do que se queria alcançar, em tempo suficiente, de modo adequado, através de fatores pessoais ou impessoais, facilitadores ou não, enfim o grau de comprometimento utilizado para a sua concretização.
A visão sem ação, não passa de um sonho.
A ação sem visão é só um passatempo.
A visão com ação pode mudar o mundo.
Martha Medeiros
Dizer que existe uma idade certa, tempo certo, local certo, não existe.
Somente quando você estiver convicto daquilo que deseja e esta convicção fizer parte integrante do processo.
Mas quando ocorre este momento? Imagine uma ponte sobre um rio.
Você está em uma margem e seu objetivo está na outra.
Você pensa, raciocina, acredita que a sua realização está lá.
Você atravessa a ponte, abraça o objetivo e não olha para traz.
Estoura a sua ponte.
Pode ser que tenha até dificuldades, mas se você realmente acredita que pode realizá-lo, não perca tempo: vá e faça.
Agora, se você simplesmente não quer ficar nesta margem e não tem um objetivo definido, no momento do estouro, você estará exatamente no meio da ponte.
Já viu alguém no meio de uma ponte na hora da explosão... eu também não.
Realmente não é simples.
Quando você visualizar o seu objetivo e criar a coragem suficiente em realizá-lo, tenha em mente que para a sua concretização, alguns detalhes deverão estar bem claros na cabeça ou seja, facilidades e dificuldades aparecerão, mas se realmente acredita que pode fazer, os incômodos desaparecerão.
É só não se desesperar.
Seja no mínimo um pouco paciente.
Pois é, as diferenças básicas entre os três momentos são:
ESTOURAR A PONTE ANTES DE ATRAVESSÁ-LA Você começou a sonhar... sonhar... sonhar! De repente, sentiu-se estimulado a querer ou gozar de algo melhor.
Entretanto, dentro de sua avaliação, começa a perceber que fatores que fogem ao seu controle, não permitem que suas habilidades e competências o realize.
Pergunto, vale a pena insistir?
Para ficar mais tangível, imaginemos que uma pessoa sonhe viver ou visitar a lua, mas as perspectivas do agora não o permitem, adianta ficar sonhando ou traçando este objetivo?
Para que você não fique no mundo da lua, meio maluquinho, estoure a sua ponte antes de atravessá-la, rompa com este objetivo e parta para outros sonhos! ESTOURAR A PONTE NO MOMENTO DE ATRAVESSÁ-LA Acredito que tenha ficado claro, mas cabe o reforço.
O fato de você desejar não ficar numa situação desagradável é válido, entretanto você não saber o que é mais agradável, já não o é! Ou seja, a falta de perspectiva nem explorada em pensamento, não leva a lugar algum. Você tem a obrigação consciencional de criar alternativas melhores.
Nos dias de hoje, não podemos nos dar ao luxo de sair sem destino.
O nosso futuro não é responsabilidade de outrem, nós é que construímos o nosso futuro. Sem desculpas, pode começar...
ESTOURAR A PONTE DEPOIS DE ATRAVESSÁ-LA.
No início comentei sobre as pessoas que realizaram o sucesso e outras que não tiveram a mesma sorte.
Em primeiro lugar, acredito que temos de definir o que é sucesso.
Sou pelas coisas simples, sucesso é gostar do que faz e fazer o que gosta.
Tentamos nos moldar em uma cultura de determinados valores, onde o sucesso é medido pela posse de coisas, mas é muito mesquinho você ter e não desfrutar daquilo que realmente deseja.
As pessoas que realizaram a oportunidade de estourar as suas pontes de modo adequado e consistente, não só imaginaram, atravessaram e encontraram os objetivos do outro lado.
Os objetivos a serem perseguidos, foram construídos dentro de uma visão clara do que se queria alcançar, em tempo suficiente, de modo adequado, através de fatores pessoais ou impessoais, facilitadores ou não, enfim o grau de comprometimento utilizado para a sua concretização.
A visão sem ação, não passa de um sonho.
A ação sem visão é só um passatempo.
A visão com ação pode mudar o mundo.
Martha Medeiros
Ensinamento
Minha mãe achava estudo
a coisa mais fina do mundo.
Não é.
A coisa mais findo do mundo é o sentimento.
Aquele dia de noite, o pai fazendo serão,
ela falou comigo:
"Coitado, até essa hora no serviço pesado."
Arrumou pão e café, deixou tacho no fogo com água quente.
Não me falou em amor. Essa palavra de luxo.
Adélia Prado
a coisa mais fina do mundo.
Não é.
A coisa mais findo do mundo é o sentimento.
Aquele dia de noite, o pai fazendo serão,
ela falou comigo:
"Coitado, até essa hora no serviço pesado."
Arrumou pão e café, deixou tacho no fogo com água quente.
Não me falou em amor. Essa palavra de luxo.
Adélia Prado
A maçaneta
Não há mais bela música
Que o ruído da maçaneta da porta
Quando meu filho volta para a casa.
Volta da rua, da vasta noite, da madrugada de estranhas vozes
E o ruído da maçaneta
E o gemer do trinco
O bater da porta que novamente se fecha
O tilintar inconfundível do molho de chaves
são um doce acalanto, uma suave cantiga de ninar.
Só assim fecho os olhos
Posso afinal dormir e descansar.
Oh! A longa espera,
A negra ausência
As historias de acidentes e assaltos
Que só a noite como ninguém sabe contar!
Oh! Os presságios e pesadelos,
O eco dos passos na calçada
A voz dos bêbados na rua
E o longo apito do guarda
Medindo a madrugada,
E os cães, uivando na distância
E o grito lancinante da ambulância!
E o coração descompassado a pressentir
E a martelar
Na arritmia do relógio do meu quarto
Esquadrinhando a noite e seus mistérios.
Nisso, na sala que se cala, estala
a gargalhada jovem
da maçaneta que canta
a festiva cantiga do retorno.
E a sua voz engole a noite imensa
Como todos os ruídos secundários.
-Oh! Os címbalos do trinco
e os clarins da porta que se escancara
e os guizos das muitas chaves que se abraçam
e os festival dos passos que se ganham a escada!
Nem as vozes da orquestra
E o tilintar de copos
E a mansa canção da chuva no telhado
Podem sequer se comparar
Ao som da maçaneta que sorri
Quando meu filho volta.
Que ele retorne sempre são e salvo
Marinheiro depois da tempestade
A sorrir e cantar.
E que na porta a maçaneta cante
A festiva canção do seu retorno
Que soa pra mim
Como suave cantiga de ninar.
Só assim só assim meu coração se aquieta
Posso afinal dormir e descansar.
Gióia Júnior
Que o ruído da maçaneta da porta
Quando meu filho volta para a casa.
Volta da rua, da vasta noite, da madrugada de estranhas vozes
E o ruído da maçaneta
E o gemer do trinco
O bater da porta que novamente se fecha
O tilintar inconfundível do molho de chaves
são um doce acalanto, uma suave cantiga de ninar.
Só assim fecho os olhos
Posso afinal dormir e descansar.
Oh! A longa espera,
A negra ausência
As historias de acidentes e assaltos
Que só a noite como ninguém sabe contar!
Oh! Os presságios e pesadelos,
O eco dos passos na calçada
A voz dos bêbados na rua
E o longo apito do guarda
Medindo a madrugada,
E os cães, uivando na distância
E o grito lancinante da ambulância!
E o coração descompassado a pressentir
E a martelar
Na arritmia do relógio do meu quarto
Esquadrinhando a noite e seus mistérios.
Nisso, na sala que se cala, estala
a gargalhada jovem
da maçaneta que canta
a festiva cantiga do retorno.
E a sua voz engole a noite imensa
Como todos os ruídos secundários.
-Oh! Os címbalos do trinco
e os clarins da porta que se escancara
e os guizos das muitas chaves que se abraçam
e os festival dos passos que se ganham a escada!
Nem as vozes da orquestra
E o tilintar de copos
E a mansa canção da chuva no telhado
Podem sequer se comparar
Ao som da maçaneta que sorri
Quando meu filho volta.
Que ele retorne sempre são e salvo
Marinheiro depois da tempestade
A sorrir e cantar.
E que na porta a maçaneta cante
A festiva canção do seu retorno
Que soa pra mim
Como suave cantiga de ninar.
Só assim só assim meu coração se aquieta
Posso afinal dormir e descansar.
Gióia Júnior
Oriente
Se oriente, rapaz
Pela constelação do Cruzeiro do Sul
Se oriente, rapaz
Pela constatação de que a aranha vive do que tece
Vê se não se esquece
Pela simples razão de que tudo merece
Consideração Considere, rapaz
A possibilidade de ir pro Japão
Num cargueiro do Loyd lavando o porão
Pela curiosidade de ver
Onde o sol se esconde
Vê se compreende
Pela simples razão de que tudo depende
De determinação
Determine, rapaz
Onde vai ser seu curso de pós-graduação
Se oriente, rapaz
Pela rotação de Terra em torno do Sol
Sorridente, rapaz
Pela continuidade do sonho de Adão
Gilberto Gil
Pela constelação do Cruzeiro do Sul
Se oriente, rapaz
Pela constatação de que a aranha vive do que tece
Vê se não se esquece
Pela simples razão de que tudo merece
Consideração Considere, rapaz
A possibilidade de ir pro Japão
Num cargueiro do Loyd lavando o porão
Pela curiosidade de ver
Onde o sol se esconde
Vê se compreende
Pela simples razão de que tudo depende
De determinação
Determine, rapaz
Onde vai ser seu curso de pós-graduação
Se oriente, rapaz
Pela rotação de Terra em torno do Sol
Sorridente, rapaz
Pela continuidade do sonho de Adão
Gilberto Gil
Poeminha de Louvor ao "Strip-tease" Secular
Eu sou do tempo em que a mulher
Mostrar o tornozelo
Era um apelo!
Depois, já rapazinho, vi as primeiras pernas
De mulher
Sem saia;
Mas foi na praia!
A moda avança
A saia sobe mais
Mostra os joelhos
Infernais!
As fazendas
Com os anos
Se fazem mais leves
E surgem figurinhas
Em roupas transparentes
Pelas ruas:
Quase nuas.
E a mania do esporte
Trouxe o short.
O short amigo
Que trouxe consigo
O maiô de duas peças.
E logo, de audácia em audácia,
A natureza ganhando terreno
Sugeriu o biquíni,
O maiô de pequeno ficando mais pequeno
Não se sabendo mais
Até onde um corpo branco
Pode ficar moreno.
Deus, a graça é imerecida,
Mas dai-me ainda
Uns aninhos de vida!
Millôr Fernandes
Mostrar o tornozelo
Era um apelo!
Depois, já rapazinho, vi as primeiras pernas
De mulher
Sem saia;
Mas foi na praia!
A moda avança
A saia sobe mais
Mostra os joelhos
Infernais!
As fazendas
Com os anos
Se fazem mais leves
E surgem figurinhas
Em roupas transparentes
Pelas ruas:
Quase nuas.
E a mania do esporte
Trouxe o short.
O short amigo
Que trouxe consigo
O maiô de duas peças.
E logo, de audácia em audácia,
A natureza ganhando terreno
Sugeriu o biquíni,
O maiô de pequeno ficando mais pequeno
Não se sabendo mais
Até onde um corpo branco
Pode ficar moreno.
Deus, a graça é imerecida,
Mas dai-me ainda
Uns aninhos de vida!
Millôr Fernandes
domingo, novembro 30, 2008
As borboletas
Brancas
Azuis
Amarelas
E pretas
Brincam
Na luz
As belas
Borboletas
Borboletas brancas
São alegres e francas
Borboletas azuis
Gostam muito de luz.
As amarelinhas
São tão bonitinhas!
E as pretas, então...
Oh, que escuridão!
Vinícius de Moraes
Azuis
Amarelas
E pretas
Brincam
Na luz
As belas
Borboletas
Borboletas brancas
São alegres e francas
Borboletas azuis
Gostam muito de luz.
As amarelinhas
São tão bonitinhas!
E as pretas, então...
Oh, que escuridão!
Vinícius de Moraes
domingo, novembro 02, 2008
Sobre o silêncio
Pense em alguém que seja poderoso. Essa pessoa briga e grita como uma galinha ou olha e silencia, como um lobo?
Lobos não gritam. Eles têm a aura de força e poder. Observam em silêncio. Somente os poderosos, sejam lobos, homens ou mulheres, respondem a um ataque verbal com o silêncio.
Além disso, quem evita dizer tudo o que tem vontade, raramente se arrepende por magoar alguém com palavras ásperas e impensadas.
Exatamente por isso, o primeiro e mais óbvio sinal de poder sobre si mesmo é o silêncio em momentos críticos. Se você está em silêncio, olhando para o problema, mostra que está pensando, sem tempo para debates fúteis.
Se for uma discussão que já deixou o terreno da razão, quem silencia mostra que já venceu, mesmo quando o outro lado insiste em gritar a sua derrota.
Olhe. Sorria. Silencie. Vá em frente.
Lembre-se de que há momentos de falar e há momentos de silenciar.
Escolha qual desses momentos é o correto, mesmo que tenha que se esforçar para isso.
Por alguma razão, provavelmente cultural, somos treinados para a (falsa) idéia de que somos obrigados a responder a todas as perguntas e reagir a todos os ataques. Não é verdade!
Você responde somente ao que quer responder e reage somente ao que reagir. Você nem mesmo é obrigado a atender seu telefone pessoal.
Falar é uma escolha, não uma exigência, por mais que assim o pareça. Se escolher o silêncio verá que, muitas vezes, ele pode ser poderoso...
Lobos não gritam. Eles têm a aura de força e poder. Observam em silêncio. Somente os poderosos, sejam lobos, homens ou mulheres, respondem a um ataque verbal com o silêncio.
Além disso, quem evita dizer tudo o que tem vontade, raramente se arrepende por magoar alguém com palavras ásperas e impensadas.
Exatamente por isso, o primeiro e mais óbvio sinal de poder sobre si mesmo é o silêncio em momentos críticos. Se você está em silêncio, olhando para o problema, mostra que está pensando, sem tempo para debates fúteis.
Se for uma discussão que já deixou o terreno da razão, quem silencia mostra que já venceu, mesmo quando o outro lado insiste em gritar a sua derrota.
Olhe. Sorria. Silencie. Vá em frente.
Lembre-se de que há momentos de falar e há momentos de silenciar.
Escolha qual desses momentos é o correto, mesmo que tenha que se esforçar para isso.
Por alguma razão, provavelmente cultural, somos treinados para a (falsa) idéia de que somos obrigados a responder a todas as perguntas e reagir a todos os ataques. Não é verdade!
Você responde somente ao que quer responder e reage somente ao que reagir. Você nem mesmo é obrigado a atender seu telefone pessoal.
Falar é uma escolha, não uma exigência, por mais que assim o pareça. Se escolher o silêncio verá que, muitas vezes, ele pode ser poderoso...
domingo, outubro 26, 2008
Não é lindo?
Walt Whitman
"Esta manhã, antes do alvorecer, subi numa colina para admirar o céu
povoado, e disse à minha alma: Quando abarcarmos esses mundos
e o conhecimento e o prazer que encerram, estaremos finalmente fartos
e satisfeitos? E minha alma disse: Não, uma vez alcançados esses mundos prosseguiremos no caminho."
"Esta manhã, antes do alvorecer, subi numa colina para admirar o céu
povoado, e disse à minha alma: Quando abarcarmos esses mundos
e o conhecimento e o prazer que encerram, estaremos finalmente fartos
e satisfeitos? E minha alma disse: Não, uma vez alcançados esses mundos prosseguiremos no caminho."
domingo, outubro 19, 2008
Vírgula
Muito legal a campanha dos 100 anos da ABI (Associação Brasileira de Imprensa).
Vírgula pode ser uma pausa... Ou não.
Não, espere.
Não espere.
Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.
Pode ser autoritária.
Aceito, obrigado.
Aceito obrigado.
Pode criar heróis.
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.
E vilões.
Esse, juiz, é corrupto.
Esse juiz é corrupto.
Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.
A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.
Uma vírgula muda tudo.
ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.
*Detalhes Adicionais*
'*SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA. '*
Se você for* mulher*, certamente colocou a vírgula depois de MULHER.
Se você for* homem*, colocou a vírgula depois de TEM.
Vírgula pode ser uma pausa... Ou não.
Não, espere.
Não espere.
Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.
Pode ser autoritária.
Aceito, obrigado.
Aceito obrigado.
Pode criar heróis.
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.
E vilões.
Esse, juiz, é corrupto.
Esse juiz é corrupto.
Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.
A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.
Uma vírgula muda tudo.
ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.
*Detalhes Adicionais*
'*SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA. '*
Se você for* mulher*, certamente colocou a vírgula depois de MULHER.
Se você for* homem*, colocou a vírgula depois de TEM.
domingo, outubro 12, 2008
Felicidade é questão de talento?
Houve um tempo que minha situação financeira ficou tão crítica, que comecei a vender as coisas de dentro de casa. Foi assim que fiquei um ano sem geladeira. Muito tempo depois, contando os fatos a uma amiga, ela respondeu que na verdade precisamos de bem pouco para ser feliz. Fiquei com esta frase na cabeça.
Estamos tão acostumados a consumir para ser feliz, comprar presentes em datas comemorativas, gastar, para demonstrar o amor que sentimos; homenagear alguém fazendo comprinhas.
E hoje, não conseguimos imaginar uma casa sem TV, geladeira, vídeo, DVD, computador, carro, celular. Mas será que precisamos realmente de tudo isso para ser feliz?
Não menosprezo os bens materiais e as idas ao shopping. Fazer compras é uma delícia!
Mas não podemos nos tornar escravos do dinheiro, do consumo. Usar o dinheiro e não, ser usado por ele.
Quem tem o coração aberto para as pequenas e importantes coisas da
vida verá como é fácil ficar bem, mesmo sem uma geladeira na cozinha.
O que não faz um sorriso? E um gesto de carinho? Uma gentileza inesperada!Um elogio! Tanta coisa nos deixa contente! E quando retribuímos?
Com ou sem dinheiro, tendo ou não bens materiais, ser feliz é antes de tudo, uma questão de talento.
Estamos tão acostumados a consumir para ser feliz, comprar presentes em datas comemorativas, gastar, para demonstrar o amor que sentimos; homenagear alguém fazendo comprinhas.
E hoje, não conseguimos imaginar uma casa sem TV, geladeira, vídeo, DVD, computador, carro, celular. Mas será que precisamos realmente de tudo isso para ser feliz?
Não menosprezo os bens materiais e as idas ao shopping. Fazer compras é uma delícia!
Mas não podemos nos tornar escravos do dinheiro, do consumo. Usar o dinheiro e não, ser usado por ele.
Quem tem o coração aberto para as pequenas e importantes coisas da
vida verá como é fácil ficar bem, mesmo sem uma geladeira na cozinha.
O que não faz um sorriso? E um gesto de carinho? Uma gentileza inesperada!Um elogio! Tanta coisa nos deixa contente! E quando retribuímos?
Com ou sem dinheiro, tendo ou não bens materiais, ser feliz é antes de tudo, uma questão de talento.
segunda-feira, setembro 29, 2008
Poesia na praça
"Tatuei teu nome no meu pensamento, depois o transformei em canção e as batidas do meu coração deram-lhe o ritmo perfeito" Deise Domingues Giannini
Adoro as tardes, principalmente as de outono! A expressão que eu usaria para descrever esses momentos seria "equilíbrio".
Resido em São Vicente, uma linda cidade praiana do litoral de São Paulo. Vim morar aqui justamente porque detesto regiões frias, neblina, geada, excesso de roupas , ficar muitos dias dentro de casa, temperatura abaixo de zero e etc.
Moro a uma quadra da praia do Gonzaguinha e, observar o entardecer na baia de São Vicente, é um espetáculo deslumbrante! Nesses momentos a natureza dá um show de cores e luzes!
E quando a lua cheia nasce do outro lado da baia, nua, esfuziante, dourada! Parece uma deusa saindo do fundo do mar!
A noite vai chegando, e as pessoas parecem não se dar de que o dia já acabou. O futebol continua efervescente na areia e os quiosques lotados. Não há pressa para ir embora, ainda tem muita cerveja para bebericar, porções para degustar e a conversa, não tem hora para terminar. Alguns quiosques têm até televisão para que seus fregueses possam assistir às novelas.
Para quem quiser, caminhar até a Praça da Biquinha e fartar-se até não poder mais com os doces caseiros ou, fazer compras na feira de artesanato, é uma opção atraente. E nos finais de semana, as apresentações musicais são variadas e interessantes. Além disso, diz-se por aqui, que quem toma água na Fonte da Biquinha, sempre volta à cidade. Isso eu já não sei, mas que será sempre um passeio inesquecível, com certeza será.
À esquerda da praça, a maravilhosa Plataforma de Pesca, toda em madeira, que vai até a Ponte Pencil. É o meu local preferido para dar uma caminhada ou mesmo, pensar um pouco na vida, já que ela não anda nada fácil. Há tanta beleza naquele lugar, a tranqüilidade do mar, as luzes do calçadão, a temperatura amena, tudo isso me dá uma sensação de paz , de estar bem comigo mesma: o dia já passou, cumpri minha missão, agora é só relaxar e usufruir essa visão deslumbrante da natureza.
Nesses momentos, penso que Deus caprichou na nossa "gaiola" e, que deveríamos procurar mantê-la sempre assim, intacta!
À direita da Praça da Biquinha, a Praça Hipupiara ou Praça 22 de Janeiro, aniversário da cidade. Lá tem o Museu da Imagem e do Som, uma sala para filmes, uma biblioteca fantástica, doada pela família de um morador, já falecido.
Com atividades constantes, ela é ponto de encontro de cultura e lazer para moradores e turistas. E foi em uma tarde de outono, com a segunda feira quase batendo à porta, que estive nesta praça para encontrar-me com um grupo de poetas.
Um varal de poesias contornava o Museu da Imagem e do Som. À esquerda, a exposição de artes plásticas coloria mais ainda a cena. Na escadaria, microfones, som e uma dupla de cantores apresentando MPB da melhor qualidade. Sempre intercalada com leitura de poesia.
Chego lá comendo um enorme pedaço de bolo de nozes comprado na Praça da Biquinha. Compartilho um banco com mais duas pessoas e, fico lá.
Olho à minha volta e sinto que há tanta beleza naquele lugar. Atrás do museu, uma pequena lanchonete, um casal lanchando, crianças brincando no parquinho. Em frente, um mini zôo, completa a platéia que ouve as apresentações de "Poesia na Praça".
Gosto muito de tudo aquilo, mas, não estou em meus melhores dias, poderia participar, mas prefiro só assistir.
De repente, uma poetisa, começa a distribuir fitinhas poéticas. Ganho duas, a primeira dizia: "Tatuei teu nome no meu pensamento, depois o transformei em canção e as batidas do meu coração deram-lhe o ritmo perfeito”; a segunda: "Por meio da poesia tocamos estrelas, ouvimos canções, encontramos anjos e desvendamos mistérios. Por isso amamos mais".
Acho-as lindas! Pergunto à poetisa se as fitinhas são poemas ou apenas frases poéticas, e ela responde "Tanto faz".
Volto para casa pensando na "tatuagem", que trago em meu coração! E só muito tempo depois é que percebo a incoerência da minha pergunta à poetisa, afinal, poesia é poesia! Isso basta!
Foi uma linda tarde de outono, em São Vicente!
Adoro as tardes, principalmente as de outono! A expressão que eu usaria para descrever esses momentos seria "equilíbrio".
Resido em São Vicente, uma linda cidade praiana do litoral de São Paulo. Vim morar aqui justamente porque detesto regiões frias, neblina, geada, excesso de roupas , ficar muitos dias dentro de casa, temperatura abaixo de zero e etc.
Moro a uma quadra da praia do Gonzaguinha e, observar o entardecer na baia de São Vicente, é um espetáculo deslumbrante! Nesses momentos a natureza dá um show de cores e luzes!
E quando a lua cheia nasce do outro lado da baia, nua, esfuziante, dourada! Parece uma deusa saindo do fundo do mar!
A noite vai chegando, e as pessoas parecem não se dar de que o dia já acabou. O futebol continua efervescente na areia e os quiosques lotados. Não há pressa para ir embora, ainda tem muita cerveja para bebericar, porções para degustar e a conversa, não tem hora para terminar. Alguns quiosques têm até televisão para que seus fregueses possam assistir às novelas.
Para quem quiser, caminhar até a Praça da Biquinha e fartar-se até não poder mais com os doces caseiros ou, fazer compras na feira de artesanato, é uma opção atraente. E nos finais de semana, as apresentações musicais são variadas e interessantes. Além disso, diz-se por aqui, que quem toma água na Fonte da Biquinha, sempre volta à cidade. Isso eu já não sei, mas que será sempre um passeio inesquecível, com certeza será.
À esquerda da praça, a maravilhosa Plataforma de Pesca, toda em madeira, que vai até a Ponte Pencil. É o meu local preferido para dar uma caminhada ou mesmo, pensar um pouco na vida, já que ela não anda nada fácil. Há tanta beleza naquele lugar, a tranqüilidade do mar, as luzes do calçadão, a temperatura amena, tudo isso me dá uma sensação de paz , de estar bem comigo mesma: o dia já passou, cumpri minha missão, agora é só relaxar e usufruir essa visão deslumbrante da natureza.
Nesses momentos, penso que Deus caprichou na nossa "gaiola" e, que deveríamos procurar mantê-la sempre assim, intacta!
À direita da Praça da Biquinha, a Praça Hipupiara ou Praça 22 de Janeiro, aniversário da cidade. Lá tem o Museu da Imagem e do Som, uma sala para filmes, uma biblioteca fantástica, doada pela família de um morador, já falecido.
Com atividades constantes, ela é ponto de encontro de cultura e lazer para moradores e turistas. E foi em uma tarde de outono, com a segunda feira quase batendo à porta, que estive nesta praça para encontrar-me com um grupo de poetas.
Um varal de poesias contornava o Museu da Imagem e do Som. À esquerda, a exposição de artes plásticas coloria mais ainda a cena. Na escadaria, microfones, som e uma dupla de cantores apresentando MPB da melhor qualidade. Sempre intercalada com leitura de poesia.
Chego lá comendo um enorme pedaço de bolo de nozes comprado na Praça da Biquinha. Compartilho um banco com mais duas pessoas e, fico lá.
Olho à minha volta e sinto que há tanta beleza naquele lugar. Atrás do museu, uma pequena lanchonete, um casal lanchando, crianças brincando no parquinho. Em frente, um mini zôo, completa a platéia que ouve as apresentações de "Poesia na Praça".
Gosto muito de tudo aquilo, mas, não estou em meus melhores dias, poderia participar, mas prefiro só assistir.
De repente, uma poetisa, começa a distribuir fitinhas poéticas. Ganho duas, a primeira dizia: "Tatuei teu nome no meu pensamento, depois o transformei em canção e as batidas do meu coração deram-lhe o ritmo perfeito”; a segunda: "Por meio da poesia tocamos estrelas, ouvimos canções, encontramos anjos e desvendamos mistérios. Por isso amamos mais".
Acho-as lindas! Pergunto à poetisa se as fitinhas são poemas ou apenas frases poéticas, e ela responde "Tanto faz".
Volto para casa pensando na "tatuagem", que trago em meu coração! E só muito tempo depois é que percebo a incoerência da minha pergunta à poetisa, afinal, poesia é poesia! Isso basta!
Foi uma linda tarde de outono, em São Vicente!
sábado, setembro 20, 2008
Sobre Filosofia
Sou professora de Filosofia, aposentada e... desempregada.Coisas de vida, meu amigos, pois no ano em que eu completaria 40 anos de trabalho, não consegui aula.Tudo isso graças a uma manobra política do atual governador de São Paulo que tirou aulas de Filosofia de várias séries da rede pública, quando a matéria é obrigatória em nível nacional. E, minha maior tristeza foi a retirada da Filosofia da grade curricular do EJA (Educação de Jovens e Adultos). É maravilhoso fazer um trabalho com os adultos que se afastaram da escola por vários motivos e, retornam para recuperar o tempo perdido. Mas, tenho esperança de que no ano que vem as coisas melhorem, pois além da Filosofia, a Sociologia é matéria obrigatória, agora no Brasil todo.Matérias importantes, necessárias, que sempre incomodam aqueles que não se preocupam de verdade com a educação da população. Com certeza estarei dando aula em 2009 , se não for em São Paulo, irei para qualquer outro Estado, pois vai faltar professor.
Nunca me arrependi de cursar Filosofia, embora o campo de trabalho seja bem restrito. Aliás, viver de Filosofia no Brasil é uma façanha.
Agora estou terminando Pedagogia, financiado por minha mãe, pois ficar sem aula este ano deixou minha vida financeira bem complicada. Tive que cortar despesas e até cancelar meu plano saúde, o que na minha idade é uma temeridade. Mas, como tudo na vida serve de lição e aprendizado, passados os primeiros meses de grande estresse onde eu só reclamava e cansei meus amigos com tantas lamúrias, passei a viver de forma mais espartana e, a curtir o ócio de maneira bem produtiva.
Lição aprendida com tudo o que me aconteceu este ano? Aprender a lidar com as perdas e me desapegar das coisas materiais.
É isso.
Nunca me arrependi de cursar Filosofia, embora o campo de trabalho seja bem restrito. Aliás, viver de Filosofia no Brasil é uma façanha.
Agora estou terminando Pedagogia, financiado por minha mãe, pois ficar sem aula este ano deixou minha vida financeira bem complicada. Tive que cortar despesas e até cancelar meu plano saúde, o que na minha idade é uma temeridade. Mas, como tudo na vida serve de lição e aprendizado, passados os primeiros meses de grande estresse onde eu só reclamava e cansei meus amigos com tantas lamúrias, passei a viver de forma mais espartana e, a curtir o ócio de maneira bem produtiva.
Lição aprendida com tudo o que me aconteceu este ano? Aprender a lidar com as perdas e me desapegar das coisas materiais.
É isso.
sexta-feira, setembro 19, 2008
Sobre grupos
Navego por esse mundo virtual há 14 anos.E sempre gostei de grupos.Na verdade, a maioria
dos meus amigos do MSN, Yahoo e Skipe são de grupos.
Por ser temático, um grupo agrega pessoas com interesses comuns, diferente de uma sala de
bate-papo, onde a motivação é bem variável.
Quando comprei meu primeiro pc e adquiri minha primeira conexão com a rede, eu olhava
para o "Aristóteles" e me perguntava o que fazer com ele. Nas semanas iniciais lia algum
jornal, jogava um baralhinho. Aos poucos fui lendo mais uma coisa aqui outra ali, mas aí
descobri os grupos do Yahoo.Então, uma janela para o mundo se abriu para mim.Fiz parte de
muitos grupos, entrei e saí de vários. Em muitos estou há anos. Faço parte de um grupo
onde as pessoas se reunem para viajar e, fica até como sugestão para um futuro, desde
nosso grupo que acaba de nascer.
Tenho que confessar que não vivo sem meu pc, quando ele pifa, eu piro. Mas o aproveito da
maneira mais útil possível. Esta semana matriculei-me em um curso de inglês. Estou
fazendo, a duras penas, um curso de informática pela Microsoft. O curso está um pouco
difícil para mim. Ano que vem termino minha segunda faculdade e já escolhi um curso de
pós gradução no Senac.Tudo pela internet.
Sou viciada em blogs, tenho uns dez, mas foi assim que tomei gosto por escrever.
Honestamente acho que o que escrevo literariamente falando não vale nada.Mas me fez
arrumar alguns amigos interessantes e até alguns admiradores. Bom, me sinto feliz com
isso. Foi assim que eu arrumei um amigo , por exemplo,na Polônia, um professor
universitário. Ou uma adolescente no Rio de Janeiro que aprecia minhas reflexões.
De vez em quando ganhos uns presentinhos de "grego", um virus aqui, um spam ali...mas, a
gente aprende a conviver com isso também.
Atualmente meu pc chama-se Pitágoras, e começamos o dia juntos. Enquanto faço meu café,
ouço as notícias do dia pela CBN ou BandNews.Como não tenho aparelho de som, ouço meus
CDs aqui também. E claro, muitas rádios como a Scala FM, a Santa Cecília FM, a Antena 1
FM, A Litoral FM, etc.
Se no início da minha incursão virtual eu tinha maiores dificuldades, hoje é procurando
meus amigos dos grupos que esclareço muitas dúvidas,ocupo uma parte do meu tempo ocioso
e, de certa forma viajo pelo mundo.
dos meus amigos do MSN, Yahoo e Skipe são de grupos.
Por ser temático, um grupo agrega pessoas com interesses comuns, diferente de uma sala de
bate-papo, onde a motivação é bem variável.
Quando comprei meu primeiro pc e adquiri minha primeira conexão com a rede, eu olhava
para o "Aristóteles" e me perguntava o que fazer com ele. Nas semanas iniciais lia algum
jornal, jogava um baralhinho. Aos poucos fui lendo mais uma coisa aqui outra ali, mas aí
descobri os grupos do Yahoo.Então, uma janela para o mundo se abriu para mim.Fiz parte de
muitos grupos, entrei e saí de vários. Em muitos estou há anos. Faço parte de um grupo
onde as pessoas se reunem para viajar e, fica até como sugestão para um futuro, desde
nosso grupo que acaba de nascer.
Tenho que confessar que não vivo sem meu pc, quando ele pifa, eu piro. Mas o aproveito da
maneira mais útil possível. Esta semana matriculei-me em um curso de inglês. Estou
fazendo, a duras penas, um curso de informática pela Microsoft. O curso está um pouco
difícil para mim. Ano que vem termino minha segunda faculdade e já escolhi um curso de
pós gradução no Senac.Tudo pela internet.
Sou viciada em blogs, tenho uns dez, mas foi assim que tomei gosto por escrever.
Honestamente acho que o que escrevo literariamente falando não vale nada.Mas me fez
arrumar alguns amigos interessantes e até alguns admiradores. Bom, me sinto feliz com
isso. Foi assim que eu arrumei um amigo , por exemplo,na Polônia, um professor
universitário. Ou uma adolescente no Rio de Janeiro que aprecia minhas reflexões.
De vez em quando ganhos uns presentinhos de "grego", um virus aqui, um spam ali...mas, a
gente aprende a conviver com isso também.
Atualmente meu pc chama-se Pitágoras, e começamos o dia juntos. Enquanto faço meu café,
ouço as notícias do dia pela CBN ou BandNews.Como não tenho aparelho de som, ouço meus
CDs aqui também. E claro, muitas rádios como a Scala FM, a Santa Cecília FM, a Antena 1
FM, A Litoral FM, etc.
Se no início da minha incursão virtual eu tinha maiores dificuldades, hoje é procurando
meus amigos dos grupos que esclareço muitas dúvidas,ocupo uma parte do meu tempo ocioso
e, de certa forma viajo pelo mundo.
terça-feira, setembro 09, 2008
Papo inteligente
Todas as vezes que me pergunto se estou no lugar certo, recebo do Cósmico algum sinal. Tentarei esclarecer.Como professora, nem sempre me sinto feliz em sala de aula, pois não está fácil aturar alunos indisciplinados e desrespeitosos. Mesmo amando o que faço, acabo, no entanto, me questionando se deveria continuar a ser educadora. Foi assim com este estado de espírito, que saí de casa em uma segunda-feira, chuvosa e fria, às 6h da manhã.Tomei um ônibus, mesmo assim cheguei encharcada na escola, para começar um período de seis aulas, com alunos do ensino médio, que não costumam comparecer em massa no primeiro dia da semana, pois passam o domingo na 'balada'.E digo isso com certeza absoluta, não é delírio meu e nem inveja porque eles ficaram em casa naquela manhã chuvosa e eu não. Certo dia perguntei a uma aluna porque faltava tanto nas minhas aulas. Ela respondeu com a maior naturalidade "é que eu passo a noite na 'balada' professora e, não agüento vir à escola na segunda". Perguntei a ela quantos anos tinha: "quinze", respondeu. Perguntei de novo "sua mãe sabe disso?" Levantando os ombros com indiferença respondeu "sabe." Se a mãe sabe o que eu poderia fazer a respeito?
Portanto lá vou eu, para as primeiras aulas de uma segunda-feira cinzenta. Subo as escadas, cadernetas, bolsa, garrafa de água, giz antialérgico - está escrito na embalagem - e, depois da terceira aula, desço para um cafezinho com aquele eterno sabor de coisa requentada.
Ainda questionando meus neurônios se estava no lugar certo, fui dar uma volta no pátio (nunca vou entender porque professor fuma em locais públicos já que tal ato é proibido por lei federal, estadual e municipal). Uma aluninha que era de "outra" escola e foi transferida para esta, veio me beijar e conversamos um pouco. Na "outra" escola ela era minha aluna, nesta, tem aula com uma nova professora.Durante nossa conversa ela diz "sinto tanta saudade das suas aulas e de papo inteligente que a senhora tinha com a gente".Agradeci e voltei feliz da vida , para ministrar as três últimas aulas.
Portanto lá vou eu, para as primeiras aulas de uma segunda-feira cinzenta. Subo as escadas, cadernetas, bolsa, garrafa de água, giz antialérgico - está escrito na embalagem - e, depois da terceira aula, desço para um cafezinho com aquele eterno sabor de coisa requentada.
Ainda questionando meus neurônios se estava no lugar certo, fui dar uma volta no pátio (nunca vou entender porque professor fuma em locais públicos já que tal ato é proibido por lei federal, estadual e municipal). Uma aluninha que era de "outra" escola e foi transferida para esta, veio me beijar e conversamos um pouco. Na "outra" escola ela era minha aluna, nesta, tem aula com uma nova professora.Durante nossa conversa ela diz "sinto tanta saudade das suas aulas e de papo inteligente que a senhora tinha com a gente".Agradeci e voltei feliz da vida , para ministrar as três últimas aulas.
segunda-feira, setembro 01, 2008
Interior
A bagunça é inimiga da prosperidade. Ninguém está livre da desorganização.
A bagunça forma-se sem que se perceba e nem sempre é visível.
A sala parece em ordem, a cozinha também, mas basta abrir os armários para ver que estão cheios de inutilidades.
De acordo com o Feng Shui Interior - uma corrente do Feng Shui que mistura aspectos psicológicos dos moradores com conceitos da tradicional técnica chinesa de harmonização de ambientes - bagunça provoca cansaço e imobilidade, faz as pessoas viverem no passado, engorda, confunde, deprime, tira o foco de coisas importantes, atrasa a vida e atrapalha relacionamentos.
Para evitar tudo isso fique atento às OITO REGRAS PARA DOMAR A BAGUNÇA:
1. Jogue fora o jornal de anteontem.
2. Somente coloque uma coisa nova em casa quando se livrar de uma velha.
3. Tenha latas de lixo espalhadas nos ambientes, use-as e limpe-as diariamente.
4. Guarde coisas semelhantes juntas; arrume roupas no armário de acordo com a cor e fique só com as que utiliza mesmo.
5. Toda sexta-feira é dia de jogar papel fora.
6. Todo dia 30, por exemplo, faça limpeza geral e use caixas de papelão marcadas: lixo, consertos, reciclagem, em dúvida, presentes, doação. Após enchê-las, jogue tudo fora.
7. Organize devagar, comece por gavetas e armários e depois escolha um cômodo, faça tudo no seu ritmo e observe as mudanças acontecendo na sua vida.
8. Veja uma lista de atitudes pessoais capazes de esgotar as nossas energias.
Conheça cada uma dessas ações para evitar a 'crise energética pessoal'. :
1. Maus hábitos, falta de cuidado com o corpo - descanso, boa alimentação, hábitos saudáveis, exercícios físicos e lazer são sempre colocados em segundo plano. A rotina corrida e a competitividade fazem com que haja negligência em relação a aspectos básicos para a manutenção da saúde energética.
2. Pensamentos obsessivos - Pensar gasta energia, e todos nós sabemos disso. Ficar remoendo um problema cansa mais do que um dia inteiro de trabalho físico. Quem não tem domínio sobre seus pensamentos - mal comum ao homem ocidental - torna-se escravo da mente e acaba gastando a energia que poderia ser convertida em atitudes concretas, além de alimentar ainda mais os conflitos.
Não basta estar atento ao volume de pensamentos, é preciso prestar atenção à qualidade deles. Pensamentos positivos, éticos e elevados podem recarregar as energias, enquanto o pessimismo consome energia e atrai mais negatividade para nossas vidas.
3. Sentimentos tóxicos - Choques emocionais e raiva intensa também esgotam as energias, assim como ressentimentos e mágoas nutridos durante anos seguidos. Não é à toa que muitas pessoas ficam estagnadas e não são prósperas. Isso acontece quando a energia que alimenta o prazer, o sucesso e a felicidade é gasta na manutenção de sentimentos negativos. Medo e culpa também gastam energia, e a ansiedade descompassa a vida. Por outro lado, os sentimentos positivos, como a amizade, o amor, a confiança, o desprendimento, a solidariedade, a auto-estima, a alegria e o bom-humor recarregam as energia e dão força para empreender nossos projetos e superar os obstáculos.
4. Fugir do presente - As energias são colocadas onde a atenção é focada. O homem tem a tendência de achar que no passado as coisas eram mais fáceis: 'bons tempos aqueles!', costumam dizer. Tanto os saudosistas, que se apegam às lembranças do passado, quanto aqueles que não conseguem esquecer os traumas, colocam suas energias no passado. Por outro lado, os sonhadores ou as pessoas que vivem esperando pelo futuro, depositando nele sua felicidade e realização, deixam pouca ou nenhuma energia no presente. E é apenas no presente que podemos construir nossas vidas.
5. Falta de perdão - Perdoar significa soltar ressentimentos, mágoas e culpas. Libertar o que aconteceu e olhar para a frente. Quanto mais perdoamos, menos bagagem interior carregamos, gastando menos energia ao alimentar as feridas do passado. Mais do que uma regra religiosa, o perdão é uma atitude inteligente daquele que busca viver bem e quer seus caminhos livres, abertos para a felicidade. Quem não sabe perdoar os outros e si mesmo, fica 'energeticamente obeso', carregando fardos passados.
6. Mentira pessoal -Todos mentem ao longo da vida, mas para sustentar as mentiras muita energia é gasta. Somos educados para desempenhar papéis e não para sermos nós mesmos: a mocinha boazinha, o machão, a vítima, a mãe extremosa, o corajoso, o pai enérgico, o mártir e o intelectual. Quando somos nós mesmos, a vida flui e tudo acontece com pouquíssimo esforço.
7. Viver a vida do outro - Ninguém vive só e, por meio dos relacionamentos interpessoais, evoluímos e nos realizamos, mas é preciso ter noção de limites e saber amadurecer também nossa individualidade. Esse equilíbrio nos resguarda energeticamente e nos recarrega. Quem cuida da vida do outro,sofrendo seus problemas e interferindo mais do que é recomendável, acaba não tendo energia para construir sua própria vida. O único prêmio, nesse caso, é a frustração.
8. Bagunça e projetos inacabados - A bagunça afeta muito as pessoas, causando confusão mental e emocional. Um truque legal quando a vida anda confusa é arrumar a casa, os armários, gavetas, a bolsa e os documentos,além de fazer uma faxina no que está sujo. À medida que ordenamos e limpamos os objetos, também colocamos em ordem nossa mente e coração. Pode não resolver o problema, mas dá alívio. Não terminar as tarefas é outro 'escape' de energia. Todas as vezes que você vê, por exemplo, aquele trabalho que não concluiu, ele lhe 'diz' inconscientemente: 'você não me terminou! Você não me terminou!' Isso gasta uma energia remenda. Ou você o termina ou livre-se dele e assuma que não vai concluir o trabalho. O importante é tomar uma atitude. O desenvolvimento do autoconhecimento, da disciplina e da terminação fará com que você não invista em projetos que não serão concluídos e que apenas consumirão seu tempo e energia.
9. Afastamento da natureza - A natureza, nossa maior fonte de alimento energético, também nos limpa das energias estáticas e desarmoniosas. O homem moderno, que habita e trabalha em locais muitas vezes doentios e desequilibrados, vê-se privado dessa fonte maravilhosa de energia. A competitividade, o individualismo e o estresse das grandes cidades agravam esse quadro e favorecem o vampirismo energético, onde todos sugam e são sugados em suas energias vitais.
Divulgue essas dicas para o maior número de pessoas possível e mentalize que, quando todos colocarem essas regras em prática, o mundo será mais justo e mais belo.
Vamos tentar melhorar nossa energia pessoal.
Atitudes erradas jogam energia pessoal no lixo. *
Posicionar os móveis de maneira correta, usar espelhos para proteger a entrada da casa, colocar sinos de vento para elevar a energia ou ter fontes d'água para acalmar o ambiente, são medidas que se tornarão ineficientes se quem vive neste espaço não cuidar da própria energia.
Portanto, os efeitos positivos da aplicação do Feng Shui nos ambientes estão diretamente relacionados à contenção da perda de energia das pessoas que moram ou trabalham no local. O ambiente faz a pessoa, e vice-versa.
A bagunça forma-se sem que se perceba e nem sempre é visível.
A sala parece em ordem, a cozinha também, mas basta abrir os armários para ver que estão cheios de inutilidades.
De acordo com o Feng Shui Interior - uma corrente do Feng Shui que mistura aspectos psicológicos dos moradores com conceitos da tradicional técnica chinesa de harmonização de ambientes - bagunça provoca cansaço e imobilidade, faz as pessoas viverem no passado, engorda, confunde, deprime, tira o foco de coisas importantes, atrasa a vida e atrapalha relacionamentos.
Para evitar tudo isso fique atento às OITO REGRAS PARA DOMAR A BAGUNÇA:
1. Jogue fora o jornal de anteontem.
2. Somente coloque uma coisa nova em casa quando se livrar de uma velha.
3. Tenha latas de lixo espalhadas nos ambientes, use-as e limpe-as diariamente.
4. Guarde coisas semelhantes juntas; arrume roupas no armário de acordo com a cor e fique só com as que utiliza mesmo.
5. Toda sexta-feira é dia de jogar papel fora.
6. Todo dia 30, por exemplo, faça limpeza geral e use caixas de papelão marcadas: lixo, consertos, reciclagem, em dúvida, presentes, doação. Após enchê-las, jogue tudo fora.
7. Organize devagar, comece por gavetas e armários e depois escolha um cômodo, faça tudo no seu ritmo e observe as mudanças acontecendo na sua vida.
8. Veja uma lista de atitudes pessoais capazes de esgotar as nossas energias.
Conheça cada uma dessas ações para evitar a 'crise energética pessoal'. :
1. Maus hábitos, falta de cuidado com o corpo - descanso, boa alimentação, hábitos saudáveis, exercícios físicos e lazer são sempre colocados em segundo plano. A rotina corrida e a competitividade fazem com que haja negligência em relação a aspectos básicos para a manutenção da saúde energética.
2. Pensamentos obsessivos - Pensar gasta energia, e todos nós sabemos disso. Ficar remoendo um problema cansa mais do que um dia inteiro de trabalho físico. Quem não tem domínio sobre seus pensamentos - mal comum ao homem ocidental - torna-se escravo da mente e acaba gastando a energia que poderia ser convertida em atitudes concretas, além de alimentar ainda mais os conflitos.
Não basta estar atento ao volume de pensamentos, é preciso prestar atenção à qualidade deles. Pensamentos positivos, éticos e elevados podem recarregar as energias, enquanto o pessimismo consome energia e atrai mais negatividade para nossas vidas.
3. Sentimentos tóxicos - Choques emocionais e raiva intensa também esgotam as energias, assim como ressentimentos e mágoas nutridos durante anos seguidos. Não é à toa que muitas pessoas ficam estagnadas e não são prósperas. Isso acontece quando a energia que alimenta o prazer, o sucesso e a felicidade é gasta na manutenção de sentimentos negativos. Medo e culpa também gastam energia, e a ansiedade descompassa a vida. Por outro lado, os sentimentos positivos, como a amizade, o amor, a confiança, o desprendimento, a solidariedade, a auto-estima, a alegria e o bom-humor recarregam as energia e dão força para empreender nossos projetos e superar os obstáculos.
4. Fugir do presente - As energias são colocadas onde a atenção é focada. O homem tem a tendência de achar que no passado as coisas eram mais fáceis: 'bons tempos aqueles!', costumam dizer. Tanto os saudosistas, que se apegam às lembranças do passado, quanto aqueles que não conseguem esquecer os traumas, colocam suas energias no passado. Por outro lado, os sonhadores ou as pessoas que vivem esperando pelo futuro, depositando nele sua felicidade e realização, deixam pouca ou nenhuma energia no presente. E é apenas no presente que podemos construir nossas vidas.
5. Falta de perdão - Perdoar significa soltar ressentimentos, mágoas e culpas. Libertar o que aconteceu e olhar para a frente. Quanto mais perdoamos, menos bagagem interior carregamos, gastando menos energia ao alimentar as feridas do passado. Mais do que uma regra religiosa, o perdão é uma atitude inteligente daquele que busca viver bem e quer seus caminhos livres, abertos para a felicidade. Quem não sabe perdoar os outros e si mesmo, fica 'energeticamente obeso', carregando fardos passados.
6. Mentira pessoal -Todos mentem ao longo da vida, mas para sustentar as mentiras muita energia é gasta. Somos educados para desempenhar papéis e não para sermos nós mesmos: a mocinha boazinha, o machão, a vítima, a mãe extremosa, o corajoso, o pai enérgico, o mártir e o intelectual. Quando somos nós mesmos, a vida flui e tudo acontece com pouquíssimo esforço.
7. Viver a vida do outro - Ninguém vive só e, por meio dos relacionamentos interpessoais, evoluímos e nos realizamos, mas é preciso ter noção de limites e saber amadurecer também nossa individualidade. Esse equilíbrio nos resguarda energeticamente e nos recarrega. Quem cuida da vida do outro,sofrendo seus problemas e interferindo mais do que é recomendável, acaba não tendo energia para construir sua própria vida. O único prêmio, nesse caso, é a frustração.
8. Bagunça e projetos inacabados - A bagunça afeta muito as pessoas, causando confusão mental e emocional. Um truque legal quando a vida anda confusa é arrumar a casa, os armários, gavetas, a bolsa e os documentos,além de fazer uma faxina no que está sujo. À medida que ordenamos e limpamos os objetos, também colocamos em ordem nossa mente e coração. Pode não resolver o problema, mas dá alívio. Não terminar as tarefas é outro 'escape' de energia. Todas as vezes que você vê, por exemplo, aquele trabalho que não concluiu, ele lhe 'diz' inconscientemente: 'você não me terminou! Você não me terminou!' Isso gasta uma energia remenda. Ou você o termina ou livre-se dele e assuma que não vai concluir o trabalho. O importante é tomar uma atitude. O desenvolvimento do autoconhecimento, da disciplina e da terminação fará com que você não invista em projetos que não serão concluídos e que apenas consumirão seu tempo e energia.
9. Afastamento da natureza - A natureza, nossa maior fonte de alimento energético, também nos limpa das energias estáticas e desarmoniosas. O homem moderno, que habita e trabalha em locais muitas vezes doentios e desequilibrados, vê-se privado dessa fonte maravilhosa de energia. A competitividade, o individualismo e o estresse das grandes cidades agravam esse quadro e favorecem o vampirismo energético, onde todos sugam e são sugados em suas energias vitais.
Divulgue essas dicas para o maior número de pessoas possível e mentalize que, quando todos colocarem essas regras em prática, o mundo será mais justo e mais belo.
Vamos tentar melhorar nossa energia pessoal.
Atitudes erradas jogam energia pessoal no lixo. *
Posicionar os móveis de maneira correta, usar espelhos para proteger a entrada da casa, colocar sinos de vento para elevar a energia ou ter fontes d'água para acalmar o ambiente, são medidas que se tornarão ineficientes se quem vive neste espaço não cuidar da própria energia.
Portanto, os efeitos positivos da aplicação do Feng Shui nos ambientes estão diretamente relacionados à contenção da perda de energia das pessoas que moram ou trabalham no local. O ambiente faz a pessoa, e vice-versa.
domingo, agosto 31, 2008
O poder da palavra
Quem nunca disse algo que magoou ou ofendeu alguém? Fez um elogio ou agradeceu por um momento de atenção? Convenceu alguém a fazer o que era mais sensato? Declarou o seu amor a alguém?
Criticou!Aconselhou! Dissuadiu! Insistiu! Brigou! Xingou!
Constantemente vivenciamos momentos em que as palavras são fundamentais, necessárias, decisivas ou essenciais, para se resolver situações, buscar soluções, encontrar caminhos, esclarecer, perdoar. Até em um momento íntimo, na hora do prazer, saber se expressar faz grande diferença!
Mesmo assim, o seu interlocutor, as profere sem a devida preocupação com os efeitos colaterais que elas podem provocar sem uma responsabilidade mínima necessária às suas conseqüências. O orador leviano, não mede os resultados do seu discurso, não percebe que até mesmo quem o pronuncia, corre o risco de se enredar nele.
Escrita ou falada, a palavra, tal como um 'pharmakon'- droga, em grego - tem efeito dúbio, caso não seja devidamente usada, pode causar um efeito contrário ao esperado.
Gosto de escrever e cultivo este hábito de várias maneiras, uma delas é através de meus blogs. Faço de meu diário virtual uma ferramenta bastante útil para compartilhar emoções e idéias. Porém, sinto cada vez mais o peso da responsabilidade, ao publicar uma mensagem. E depois, ao ler os comentários deixados pelas pessoas este sentimento se multiplica, pois os recadinhos deixados lá são alegres, carinhosos e estimulantes. Um deles me emocionou particularmente, dizia assim: "Através de pessoas como você é que busco um mundo melhor".
Considero-me uma pessoa privilegiada, pois no meio em que trabalho é bastante respeitada a minha postura ética. Valorizo muito tal sentimento e sei que a maneira como as pessoas me vêem tem muito a ver com o que falo, o modo como me expresso.Pois as palavras exprimem o que temos dentro do coração, o que sentimos, os valores que carregamos.
Por isso, deve-se sempre avaliar em quais situações é melhor falar ou calar, para que não haja arrependimentos futuros. Como diz aquele provérbio chinês: "Há três coisas na vida que nunca voltam atrás: a flecha lançada, a palavra pronunciada e a oportunidade perdida". É isso!
Criticou!Aconselhou! Dissuadiu! Insistiu! Brigou! Xingou!
Constantemente vivenciamos momentos em que as palavras são fundamentais, necessárias, decisivas ou essenciais, para se resolver situações, buscar soluções, encontrar caminhos, esclarecer, perdoar. Até em um momento íntimo, na hora do prazer, saber se expressar faz grande diferença!
Mesmo assim, o seu interlocutor, as profere sem a devida preocupação com os efeitos colaterais que elas podem provocar sem uma responsabilidade mínima necessária às suas conseqüências. O orador leviano, não mede os resultados do seu discurso, não percebe que até mesmo quem o pronuncia, corre o risco de se enredar nele.
Escrita ou falada, a palavra, tal como um 'pharmakon'- droga, em grego - tem efeito dúbio, caso não seja devidamente usada, pode causar um efeito contrário ao esperado.
Gosto de escrever e cultivo este hábito de várias maneiras, uma delas é através de meus blogs. Faço de meu diário virtual uma ferramenta bastante útil para compartilhar emoções e idéias. Porém, sinto cada vez mais o peso da responsabilidade, ao publicar uma mensagem. E depois, ao ler os comentários deixados pelas pessoas este sentimento se multiplica, pois os recadinhos deixados lá são alegres, carinhosos e estimulantes. Um deles me emocionou particularmente, dizia assim: "Através de pessoas como você é que busco um mundo melhor".
Considero-me uma pessoa privilegiada, pois no meio em que trabalho é bastante respeitada a minha postura ética. Valorizo muito tal sentimento e sei que a maneira como as pessoas me vêem tem muito a ver com o que falo, o modo como me expresso.Pois as palavras exprimem o que temos dentro do coração, o que sentimos, os valores que carregamos.
Por isso, deve-se sempre avaliar em quais situações é melhor falar ou calar, para que não haja arrependimentos futuros. Como diz aquele provérbio chinês: "Há três coisas na vida que nunca voltam atrás: a flecha lançada, a palavra pronunciada e a oportunidade perdida". É isso!
segunda-feira, agosto 25, 2008
Para rir um pouco
Einstein foi a uma festa e não conhecia ninguém. Logo foi tentando se misturar aos convidados:
- Oi, como vai? Perguntou ele.
- Vou bem!
- Qual o seu Q.I.?
- Duzentos e cinqüenta.
Então, logo começou a conversar sobre física quântica, teoria da relatividade, bombas de hidrogênio, etc.
Andou mais um pouco e encontrou outra pessoa:
- Qual seu Q.I?
- Cento e cinqüenta.
Então, novamente começou a conversar, só que desta vez sobre política, desigualdade social, reforma agrária, etc.
Andou mais um pouco e encontrou a terceira pessoa:
- Oi, como vai? Perguntou ele.
- Tudo bem!
- Qual o seu Q.I?
- Cem.
Então começou a conversar sobre desemprego, aumento dos combustíveis, Bin Laden, etc. Andou mais um pouco e encontrou outra pessoa:
- Como está, tudo bem?
- Tudo ótimo!
- Qual é o seu Q.I.?
- Cinqüenta.
Então começou a falar sobre a Casa dos Artistas, Big Brother, Adriane Galisteu, Luciana Gimenez, Roseana Sarney, Jader Barbalho, etc.
Deu mais uma volta, encontrou outra pessoa e perguntou:
- Qual o seu Q.I?
- Dez.
- E aí mano, beleza? E o Coringão?
A.D.
- Oi, como vai? Perguntou ele.
- Vou bem!
- Qual o seu Q.I.?
- Duzentos e cinqüenta.
Então, logo começou a conversar sobre física quântica, teoria da relatividade, bombas de hidrogênio, etc.
Andou mais um pouco e encontrou outra pessoa:
- Qual seu Q.I?
- Cento e cinqüenta.
Então, novamente começou a conversar, só que desta vez sobre política, desigualdade social, reforma agrária, etc.
Andou mais um pouco e encontrou a terceira pessoa:
- Oi, como vai? Perguntou ele.
- Tudo bem!
- Qual o seu Q.I?
- Cem.
Então começou a conversar sobre desemprego, aumento dos combustíveis, Bin Laden, etc. Andou mais um pouco e encontrou outra pessoa:
- Como está, tudo bem?
- Tudo ótimo!
- Qual é o seu Q.I.?
- Cinqüenta.
Então começou a falar sobre a Casa dos Artistas, Big Brother, Adriane Galisteu, Luciana Gimenez, Roseana Sarney, Jader Barbalho, etc.
Deu mais uma volta, encontrou outra pessoa e perguntou:
- Qual o seu Q.I?
- Dez.
- E aí mano, beleza? E o Coringão?
A.D.
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